Conduzidos por “palavras grávidas”, arregaçamos mangas e deitamos a língua de fora. Jogamos, destemidos, a par e em grupo, o pingue-pongue destemperado de vogais e consoantes, pontos de exclamação e pontos finais, consumando musicalidades como quem compõe enquanto fala. Jogamos o vai-e-vem da Língua no vaivém das línguas.
