Desde cedo, o território do Vale do Minho soube ser generoso em abundância e fertilidade. Nele temos a sensação de que tudo “pega”, da mais pequena flor ao mais exótico fruto. Passando pelo homem, que não desiste de o habitar ainda que, por vezes, o tempo o possa fazer hesitar nessa decisão, fazendo do território uma espécie de jardim universal. O que fica na retina são as suas ribeiras e montes, o seu verde e as suas águas, que sobem aos céus em forma de bênção e descem à terra em gestos de dança. Há quem lhe chame Chuva.