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Phobos - ID1298
Phobos Phobos
Mosteiro São Bento da Vitória
qua 21:00+22:30

O seu nome provém da mitologia grega, onde simboliza o medo, sendo também o nome da maior lua de Marte, condenada a desaparecer devido à proximidade da sua órbita em relação ao planeta. Aqui e agora, Phobos designa um conjunto de pequenos robôs e dispositivos de geração automática de música que se agregam numa Orquestra Robótica Disfuncional, um conjunto de estranhos instrumentos com defeitos, mutações genéticas e comportamentos errantes. Phobos representa uma crítica da sobreposição tecnológica ao pensamento humano, da função do trabalho e das modernas formas de escravidão, fazendo também uma retrospetiva histórica das várias tentativas de libertação humana através das máquinas, das utopias tecnológicas, dos avanços e retrocessos das liberdades. Concebido e dirigido pelo músico e compositor Gustavo Costa, Phobos chega ao FIMP pelas mãos da Sonoscopia, plataforma de criação de projetos artísticos centrados essencialmente no campo da exploração sonora e do seu cruzamento interdisciplinar com várias áreas artísticas, científicas e pedagógicas.

conceção e direção

Gustavo Costa

criação de novos instrumentos

Henrique Fernandes, Gustavo Costa, Alberto Lopes

músicos e criadores de instrumentos convidados

Hanna Hartman, Vincent Martial, Thierry Madiot

programação e robótica

Tiago Ângelo, João Menezes

composição

Carlos Guedes, Rui Dias, José Alberto Gomes

conceção cenográfica

Igor Gandra

vídeo

Miguel C. Tavares

produção executiva

Patrícia Caveiro

produção

Sonoscopia Associação Cultural

estreia

20Jan2017 GNRation (Braga)

dur. aprox.

40’

M/12 anos