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Grau Zero
Grau Zero, Um Corpo que Espera Grau Zero, Um Corpo que Espera
Mosteiro São Bento da Vitória 1+2 Jun 2018
sex 21:00 sáb 19:00

É da natureza do homem esperar. Todos esperamos, tendemos para diante. Somos seres em evolução e essa essência de futuro, modelada em ‘espera’, pode vir a transformar-se em ‘esperança’. “Esperamos pelo autocarro, esperamos por alguém, por um exame e até mesmo pela morte”, palavras de Anselmo Borges, convocadas por Elisabete Magalhães para ecoar algumas das “inquietações” que estiveram na génese do seu projeto Grau Zero, Um Corpo que Espera. “Pesquisa sobre o corpo, imobilidade e silêncio (e as suas possíveis implicações para a dança)”, este trabalho propõe, em contracorrente à aceleração intrínseca ao nosso quotidiano e à ideia de um corpo objeto, uma paragem e uma escuta do corpo enquanto “sujeito de perceção” de si e do mundo. Instigada pelas declinações do silêncio nas obras de Andrei Tarkovski, Merce Cunningham e Nijinski, a coreógrafa persegue em Grau Zero, Um Corpo que Espera a sua “pormenorização” e questionamento: “Indagar o silêncio para mim implica um estado livre de intenção e simultaneamente um modo de discurso, seja ele político, de resistência ou de urgência.”

conceção e coreografia

Elisabete Magalhães

desenho de luz

Wilma Moutinho

vídeo

Elisabete Magalhães

interpretação

Júlio Cerdeira, Elisabete Magalhães

coprodução

Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo, TNSJ

espetáculo integrado no Trabalho Final/Projeto — Mestrado em Artes Cénicas

dur. aprox. 45’

M/6 anos

Divulgação

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