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TNSJ Teatro Nacional São João ABRIL 2018 ABRIL 2018
Projetos Educativos jan-jul 2018
Array Array Array 5 Jan-20 Jul 2018
A minha existencia - ID3806 A MINHA EXISTÊNCIA INVOLUNTÁRIA NA TERRA
Teatro Carlos Alberto 4-8 Abr 2018

Renata Portas regressa à programação do TNSJ com A Minha Existência Involuntária na Terra. O título foi desviado da autobiografia do dramaturgo italiano Luigi Pirandello, título que sinaliza um pessimismo que é a um tempo gesto de resiliência e de invenção feroz. Mas não nos desenganemos: A Minha Existência Involuntária na Terra não se inscreve na corrente do teatro documental ou biográfico, nem é tão-pouco uma construção feita a partir de uma matriz exclusivamente pirandelliana. Faz-se, sim, em diálogo ou confronto com textos de outros autores, como Robert Musil ou Cesare Pavese. Um fórum de discussão que transporta dentro de si a ambição vital de construir um “teatro-ensaio”, “um teatro que interrogue, tudo: o gesto teatral, a convenção, o dia a que chamamos Hoje".

a partir de textos de

Luigi Pirandello, Walter Benjamin, Cesare Pavese, Renata Portas, Robert Musil, Philip K. Dick, entre outros

tradução dos textos de Pirandello

Cláudia Coimbra

encenação, dramaturgia e cenografia

Renata Portas

sonoplastia e composição

Pedro Sousa

figurinos

Jordann Santos

adereços

Inês Mota

desenho de luz

Diogo Mendes

produção executiva

Mafalda Garcia

interpretação

Jaime Monsanto, João Tarrafa, Pedro Manana e Carlos Dias (desenho em cena)

coprodução

Público Reservado, TNSJ

dur. aprox.

2:50

M/16 anos

Ivone - ID3839 IVONE, PRINCESA DE BORGONHA
Teatro Nacional São João 11-22 Abr 2018

Mimado pelos pais, o príncipe Filipe de Borgonha tem tudo e ainda pode ter mais. As mulheres mais belas, é só querê-las. Porque vai encalhar, horrivelmente excitado, numa aventesma queda e muda como Ivone? Nascido na Polónia em 1904, Witold Gombrowicz construiu uma obra original, inovadora, e “provocadora”, como ele próprio gostava de dizer. Mais conhecido pelos seus romances e contos, legou-nos três peças onde exercitou um pessoalíssimo “teatro de ideias”. Dividida em atos, à maneira clássica, Ivone, Princesa de Borgonha (1938) evolui num crescendo de bestialidade, selvajaria, idiotice e falta de sentido. “É um texto implacavelmente obtuso”, resume-o lapidarmente Luísa Costa Gomes, que o traduziu e o coloca agora nas mãos do encenador António Pires.

de

Witold Gombrowicz

tradução

Luísa Costa Gomes

encenação

António Pires

cenografia

João Mendes Ribeiro

figurinos

Luís Mesquita

adereços

Carla Freire

desenho de luz

Rui Seabra

música

Paulo Abelho

caracterização e produção executiva

Ivan Coletti

produtor

Alexandre Oliveira

interpretação

Maria João Luís, Marcello Urgeghe, João Barbosa, Mário Sousa, Alexandra Sargento, Hugo Mestre Amaro, Cláudia Alfaiate, Nuno Casanovas, Francisco Vistas, Carolina Campanela

coprodução

Ar de Filmes/Teatro do Bairro, TNSJ

estreia

21Mar2018 Teatro do Bairro (Lisboa)

dur. aprox.1:40

M/12 anos

English subtitles

Língua Gestual Portuguesa

22 abr dom 16:00

Oficina Criativa

destinatários crianças entre 6 e 12 anos

15 abr dom 16:00

inscrição € 2,50

Leituras no Mosteiro LEITURAS NO MOSTEIRO
Mosteiro São Bento da Vitória 17 Abr-19 Jun 2018

Despedimo-nos de Mulheres, trágicas – o programa que as Leituras no Mosteiro dedicou a mulheres nascidas na era cristã mas todas elas herdeiras diretas da “grega inquietação” – com Antígona, essa “filha de Deus antes de Deus ser conhecido”. São inúmeras as tentativas de recriar a Antígona de Sófocles e de encontrar nela as respostas às questões radicais da existência e da história. Jean Anouilh estreou a sua Antígona em 1944, no limiar da libertação do pesadelo nazi. Há nela uma personagem, “O Prólogo”, que diz assim: “Antígona é aquela rapariga magra que está sentada, ao fundo, e que não diz nada. Olha em frente. Pensa. Pensa que dentro de momentos vai ser Antígona…”

coordenação

Nuno M Cardoso, Paula Braga

organização

TNSJ 

 

Mulheres, trágicas 

17 abr | Medeia, de Séneca

15 mai | Andrómaca, de Jean Racine

19 jun | Antígona, de Jean Anouilh

A Grande Vaga de frio - ID3872 A GRANDE VAGA DE FRIO
Teatro Carlos Alberto 19-29 Abr 2018

Orlando continua atraente. Tem trinta e seis anos há pelo menos cem anos. É homem? É mulher? Com dramaturgia de Luísa Costa Gomes e direção de Carlos Pimenta, A Grande Vaga de Frio rememora essa “biografia” que Virginia Woolf compôs sobre uma figura camaleónica, sempre jovem, que muda caprichosamente de sexo e identidade: um jovem nobre do século XVI que percorre três séculos, culminando como escritora na própria época de Woolf. Orlando é uma nova prova ao raro sentido de composição e à desenvolta plasticidade da atriz Emília Silvestre. Alguns meses depois de uma primeira e bem-sucedida temporada nas cidades de Lisboa e Porto, a mais longa e encantatória das cartas de amor à literatura dá-se a ler de novo em cena, como expressão do amor à liberalidade do palco.

tradução

Ana Luísa Faria (ed. Relógio D’Água)

dramaturgia

Luísa Costa Gomes

conceção e direção

Carlos Pimenta

música

Ricardo Pinto (viola da gamba Xurxo Varela)

figurinos

Bernardo Monteiro

desenho de luz

Rui Monteiro

vídeo

João Pedro Fonseca

espaço cénico

Carlos Pimenta, João Pedro Fonseca

assistência de produção

Génesis Abigail

interpretação

Emília Silvestre

coprodução

Ensemble – Sociedade de Actores, Centro Cultural de Belém, TNSJ

estreia

12Out2017 Centro Cultural de Belém (Lisboa)

dur. aprox. 1:00

M/12 anos

English subtitles

Para uma melhor leitura da legendagem aconselha-se a compra de bilhete na 2ª Plateia

A Meio da Noite - ID3905 A MEIO DA NOITE
Teatro Nacional São João 27-29 Abr 2018

Na obra de Olga Roriz, A Meio da Noite surge depois de Antes que Matem os Elefantes (2016) e de Síndrome (2017), espetáculos que falavam de guerra, destruição e reconstrução, num movimento que ia do exterior para o interior, do grito para o recolhimento. A Meio da Noite parece dar continuidade a esse caminho em direção a um território mais abstrato e introspetivo. O título reenvia-nos para a hora do lobo, essa hora entre a noite e o dia, quando todos os fantasmas se libertam, quando mais pessoas morrem e mais pessoas nascem. Eco ou reminiscência de A Hora do Lobo (1968), um dos mais impressivos títulos da filmografia de Ingmar Bergman, em cuja obra Olga Roriz mergulha agora em busca de inspiração e diálogo. A Meio da Noite poderia ser descrito como uma visita da coreógrafa portuguesa ao cinema do realizador sueco, esse “génio de todos os possíveis” que, para além dos corpos, nos deu a ver almas em filmes habitados por personagens modestas, misteriosas, abissais.

banda sonora

Bach, Satie, Primal Scream, Michelle Gurevich, Schubert, Chopin, Tchaikovski, Wagner, Dolf van der Linden, Erhard Bauschke, Giovanni Fusco, Jefferson Airplane; excertos sonoros dos filmes Metrópolis (1927), de Fritz Lang, Persona (1966), de Ingmar Bergman, e de uma entrevista a Ingmar Bergman

seleção musical

Olga Roriz, João Rapozo e intérpretes

cenografia e figurinos

Olga Roriz, Ana Vaz

desenho de luz

Cristina Piedade

vídeo

Olga Roriz, João Rapozo

desenho de som

Sérgio Milhano

apoio dramatúrgico

Rita Calçada Bastos

apoio vocal

João Henriques

tradução e elocução em sueco 

Birte Lundwall

assistência de ensaios

Ricardo Domingos

assistência de cenografia e figurinos

Rita Osório

fotografia

Alípio Padilha

montagem gráfica 

Paulo Teixeira

pós-produção áudio e vídeo 

João Rapozo

interpretação

André de Campos, Beatriz Dias, Bruno Alexandre, Bruno Alves, Catarina Câmara, Francisco Rolo, Rita Calçada Bastos

coprodução

Companhia Olga Roriz, Teatro Municipal de Bragança, Teatro Municipal de Vila Real, TNSJ

dur. aprox. 2:00

M/12 anos

English subtitles

Para uma melhor leitura da legendagem aconselha-se a compra de bilhete na Tribuna

 

TNSJ • 28 abr

Masterclass Olga Roriz

Masterclass Olga Roriz - ID4004 MASTERCLASS OLGA RORIZ
Teatro Nacional São João 27-29 Abr 2018

O cinema de Ingmar Bergman foi o rastilho criativo de A Meio da Noite e Olga Roriz passeará por ele nesta masterclass. Mas a coreógrafa visitará outros autores e outras obras, partilhando connosco o seu idiossincrático processo de criação. Um percurso que se fará por dentro e por fora do pensamento, sempre com os intérpretes e os afetos – “a mais secreta intimidade” – no centro das operações.

moderação

Mónica Guerreiro

destinatários 

público em geral, maiores de 12 anos

n.º de participantes 50 (máximo)

 

Mais informações e inscrições: relacoespublicas@tnsj.pt

Mais informações em www.tnsj.pt, através da
linha verde 800-10-8675 ou junto
do departamento de Relações Públicas 223 401 951

Oficina Criativa

Ivone, Princesa de Borgonha

15 abril | dom 16:00

Uma vez por mês, aos domingos à tarde, e enquanto os pais assistem ao espetáculo, realizam-se atividades lúdicas e pedagógicas em que se exploram as possibilidades expressivas da criança, estimulando a sua criatividade. É um espaço de aprendizagem e desenvolvimento, onde o jogo assume um especial destaque e que toma por base e inspiração o espetáculo em cena no TNSJ. Improvisação, expressão corporal e realização plástica são ingredientes comuns a todas as oficinas criativas.

orientação 

Maria de La Salette Moreira

destinatários 

Crianças entre 6 e 12 anos

inscrição € 2,50

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Mais Informações
TNSJ Fora de Portas
Montanha-Russa Montanha-Russa

Vários locais 10 Abr - 1 Jul 2018

A Grande Vaga de Frio - ID4532 A Grande Vaga de Frio com Orlando de Virginia Woolf

Casa das Artes de Famalicão 13 Abr 2018

A Meio da Noite A Meio da Noite

Vários locais 14 Abr - 14 Jul 2018

TNSJ

Pr. da Batalha · 4000-102 Porto

T 22 340 19 00 · F 22 208 83 03

TeCA

R. das Oliveiras, 43 · 4050-449 Porto

T 22 340 19 00 · F 22 339 50 69

MSBV

R. de São Bento da Vitória · 4050-543 Porto

T 22 340 19 00 · F 22 339 30 39

Governo de Portugal, União dos Teatros da Europa, ANA

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