de António Lobo Antunes | Publicações Dom Quixote encenação, adaptação cénica e dramaturgia Nuno Cardoso apoio à adaptação cénica e dramaturgia Fernando Villas-Boas, Florian Hirsch cenografia F. Ribeiro desenho de luz Nuno Meira desenho de som e sonoplastia Joel Azevedo música Pedro “Peixe” Cardoso figurinos Nelson Vieira vídeo Luís Porto movimento Roldy Harrys assistência de encenação Pedro Nunes, Nuno Pacheco assistência de figurinos Nádia Mattos interpretação Ana Brandão, Joana Carvalho, Jorge Mota, Lisa Reis, Nuno Nunes, Patrícia Queirós, Paulo Freixinho, Pedro Almendra, Pedro Frias, Roldy Harrys, Sérgio Sá Cunha, Telma Cardoso produção Teatro Nacional São João coprodução Centro Cultural de Belém, Teatro Circo de Braga, Teatro Aveirense, Teatro das Figuras, Théâtre National du Luxembourg estreia 5 Abr 2024 Teatro São João (Porto)

08 — 11 Jan
Teatro São João
Fado Alexandrino
de António Lobo Antunes | Publicações Dom Quixote
encenação, adaptação cénica e dramaturgia Nuno Cardoso
Legendagem
em inglêsSinopse do evento
“O que nasceu deste Fado em doze estrofes, que são uma música, um destino, fomos nós.” É a este retrato compósito – que devemos às palavras de António Lobo Antunes e à encenação de Nuno Cardoso – que regressamos, depois da estreia em abril de 2024, assinalando os 50 anos da nossa Revolução. Voltamos à Última Ceia (e ao Bar Boîte Madrid e à madrugada seguinte) de cinco militares regressados da guerra em África dez anos antes. Nas dobras dos vários tempos que os engolem conta-se a história privada de um país. É “um retrato sem concessões, o ‘photomaton’”, como lhe chamou Dinis Machado logo no ano da publicação de Fado Alexandrino (1983). Definiu-o como felliniano, adjetivo que tão bem descreve a desmesura, o grotesco, a solidão e o lirismo a que um elenco em constante contracena dá corpo e voz. “Que dia do camandro, que pena ter aprendido a gozar a vida tão tarde.”
Créditos
TOPO



