de Heinrich von Kleist tradução e dramaturgia Maria Filomena Molder direção cénica Carlos Pimenta cenografia Carlos Pimenta, João Pedro Fonseca vídeo João Pedro Fonseca desenho de luz Rui Monteiro figurinos Bernardo Monteiro desenho de som Francisco Leal interpretação Miguel Loureiro coprodução Centro Cultural de Belém, Teatro Nacional São João

01 — 10 Jul
Teatro Carlos Alberto
O Duelo
de Heinrich von Kleist
tradução e dramaturgia Maria Filomena Molder
direção cénica Carlos Pimenta
Centro Cultural de Belém, Teatro Nacional São João
Conversa com o Jorge
2 julhoSinopse do evento
O sentido desta sentença divina continua a ser obscuro para ti? A propósito da novela O Duelo (1811), de Heinrich von Kleist, que traduziu e agora adaptou para a encenação de Carlos Pimenta, diz Maria Filomena Molder: “Nem clássico nem romântico, Kleist é o primeiro moderno entre os poetas alemães.” Um dos autores prediletos de Kafka, mas renegado por Goethe e Hegel, que repudiavam o seu “teatro invisível”, Kleist criou uma obra em desajuste com a sua época e as suas leis. História romântica de recorte policial passada no fim do século XIV, em O Duelo a honra e a sinceridade do triângulo de protagonistas parece decidir-se no confronto que lhe dá título, onde será o juízo de Deus a conceder o triunfo à espada que defenda a verdade. Mas nada é o que parece, nem Deus é tão preciso como seria de esperar. Peça sobre o cálculo e o acaso, o fracasso e o sucesso, é regida pela vertigem de uma justiça poética e conduzida pela voz e corpo do ator Miguel Loureiro. No fecho da carreira de O Duelo , Maria Filomena Molder, José Bragança de Miranda e José Gomes Pinto refletem sobre as potencialidades deste texto para iluminar a vida contemporânea na conferência Kleist: o(s) sentido(s) da justiça
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