direção artística Victor Hugo Pontes texto Joana Craveiro cenografia F. Ribeiro música Rui Lima e Sérgio Martins direção técnica e desenho de luz Wilma Moutinho desenho de som Leandro Leitão figurinos Cristina Cunha, Victor Hugo Pontes consultoria artística Madalena Alfaia assistência de direção Daniela Cruz direção de produção Joana Ventura produção executiva Mariana Lourenço interpretação António Júlio, Benedito José, Inês Azedo, Ivo Santos, José Ferreira, Luísa Guerra, Pedro Frias, Rui Pedro Silva, Santiago Mateus, Sofia Montenegro, Vera Santos coprodução Nome Próprio, Centro de Arte de Ovar, Oficina/Centro Cultural Vila Flor, São Luiz Teatro Municipal, Teatro Aveirense, Teatro Nacional São João apoio à residência CRL – Central Elétrica, Ginasiano Escola de Dança, Instável - Centro Coreográfico, Teatro de Ferro

01 — 04 Dez
Teatro São João
Porque é Infinito
direção artística Victor Hugo Pontes
texto Joana Craveiro
a partir de uma releitura de Romeu e Julieta, de Shakespeare
Conversa com o Mestre
3 dezembroInterpretação em Língua Gestual Portuguesa
3 dezembroSinopse do evento
“Eu sei tudo sobre o amor, a sério.” Com a adolescência em pano de fundo, Victor Hugo Pontes interroga o amor e os seus limites em Porque é Infinito , partindo de uma releitura do Romeu e Julieta de Shakespeare assinada por Joana Craveiro. Conhecemos o desfecho deste texto, mas saberemos contar desde o início uma história mil vezes contada? Como falar de um amor que se quis infinito, por onde a morte entrou como uma sombra maligna? Com base numa pesquisa documental, afetiva e poética, que traz um clássico para os dias de hoje, entramos nos quartos dos que vivem pela primeira vez o turbilhão de um “amor para sempre”, um tempo de excessos adolescentes e de madrugadas longas. Na singular linguagem coreográfica de Victor Hugo Pontes, onde o movimento se enlaça à palavra, Porque é Infinito revela-se também uma reflexão sobre a linguagem que usamos para definir um verbo – amar – tão difícil de conjugar. “Amor? Isso é exatamente o quê?”
Créditos
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