a partir de Oscar Wilde encenação, cenografia, figurinos e desenho de luz Mónica Calle tradução Joana Frazão desenho de som João Sousa design de cenografia Bruno Capucho design de luz Novalux assistência de encenação Tiago Vieira produção executiva Sérgio Azevedo interpretação João Cravo Cardoso, Johann Ebert, José Miguel Vitorino, Maria Teresa Projecto, Miguel Fonseca, Mónica Garnel coprodução Casa Conveniente/Zona Não Vigiada, Teatro Aveirense, Teatro Nacional São João

02 — 12 Nov
Teatro São João
Salomé
encenação, cenografia, figurinos e desenho de luz Mónica Calle
Casa Conveniente/Zona Não Vigiada
Conversa com a Mónica
Interpretação em Língua Gestual Portuguesa
Sinopse do evento
O Teatro Nacional São João convidou Mónica Calle a enfrentar os abismos de Salomé . Três anos depois de coproduzirmos Este É o Meu Corpo , ciclo onde revisitou quatro emblemáticos solos, reencontramo-nos com o seu teatro íntimo e ritual. Poema dramático simbolista de Oscar Wilde, Salomé foi escrito em 1892 e baseia-se na história bíblica da decapitação de São João Batista. Uma narrativa atormentada pela beleza, o corpo, a transgressão, assuntos recorrentes na obra de Wilde, marcada pelo humor e horror à respeitabilidade vitoriana. A peça do escritor irlandês é aqui o horizonte onde se inscrevem as obsessões temáticas e formais – numa palavra: performativas – de Mónica Calle. Em Salomé , ela sonda a arte como potência ou força capaz de abalar as hierarquias de poder e dominação, bem como as tentativas de silenciamento da memória individual e coletiva. “Um raio de lua cai sobre Salomé, e ilumina-a.”
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