Teatro S√£o Jo√£o

Salomé

encenação, cenografia, figurinos e desenho de luz Mónica Calle
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Casa Conveniente/Zona N√£o Vigiada

Salomé

Descrição

O Teatro Nacional S√£o Jo√£o convidou M√≥nica Calle a enfrentar os abismos de Salom√©. Tr√™s anos depois de coproduzirmos Este √Č o Meu Corpo, ciclo onde revisitou quatro emblem√°ticos solos, reencontramo-nos com o seu teatro √≠ntimo e ritual. Poema dram√°tico simbolista de Oscar Wilde, Salom√© foi escrito em 1892 e baseia-se na hist√≥ria b√≠blica da decapita√ß√£o de S√£o Jo√£o Batista. Uma narrativa atormentada pela beleza, o corpo, a transgress√£o, assuntos recorrentes na obra de Wilde, marcada pelo humor e horror √† respeitabilidade vitoriana. A pe√ßa do escritor irland√™s √© aqui o horizonte onde se inscrevem as obsess√Ķes tem√°ticas e formais ‚Äď numa palavra: performativas ‚Äď de M√≥nica Calle. Em Salom√©, ela sonda a arte como pot√™ncia ou for√ßa capaz de abalar as hierarquias de poder e domina√ß√£o, bem como as tentativas de silenciamento da mem√≥ria individual e coletiva. ‚ÄúUm raio de lua cai sobre Salom√©, e ilumina-a.‚ÄĚ
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PROGRAMA DE SALA

Salomé


Créditos

a partir de Oscar Wilde encenação, cenografia, figurinos e desenho de luz Mónica Calle

tradução Joana Frazão desenho de som João Sousa design de cenografia Bruno Capucho design de luz Novalux assistência de encenação Tiago Vieira produção executiva Sérgio Azevedo

interpretação João Cravo Cardoso, Johann Ebert, José Miguel Vitorino, Maria Teresa Projecto, Miguel Fonseca, Mónica Garnel

coprodução Casa Conveniente/Zona Não Vigiada, Teatro Aveirense, Teatro Nacional São João

dur. aprox. 2:00 M/16 anos


Língua Gestual Portuguesa + Conversa com a Mónica | 5 Nov