de August Strindberg encenação Bruno Bravo tradução e dramaturgia João Paulo Esteves da Silva cenografia e figurinos Stéphane Alberto desenho de luz Alexandre Costa música e sonoplastia Sérgio Delgado assistência de cenografia Margarida Silva interpretação Ana Brandão, António Mortágua, Joana Carvalho, Lisa Reis, Mário Santos, Patrícia Queirós, Paulo Freixinho, Pedro Frias produção Teatro Nacional São João

07 — 22 Dez
Teatro São João
Um Sonho
de August Strindberg
encenação Bruno Bravo
Conversa com a Mónica
14 dezembroInterpretação em Língua Gestual Portuguesa
14 dezembroAudiodescrição
17 dezembroLegendagem
em inglêsSinopse do evento
“A minha peça mais amada, filha da minha mais profunda dor.” Estreada em 1907, Um Sonho é uma das obras mais revolucionárias de August Strindberg, o fundador do teatro moderno. O dramaturgo sueco enfrenta e resolve aqui um paradoxo: representar a forma incoerente mas aparentemente lógica do sonho. As personagens tomam corpo, dissolvem-se, reconstituem-se. Abandonam a cena para reentrar logo a seguir num outro tempo e lugar. Tudo pode acontecer, tudo é possível e provável neste arsenal de aparições onde se entrechocam o patético e o cómico, o realismo e o onirismo, o lírico e o irónico. “A distorção de tempo e espaço é a alma do teatro”, diz-nos Bruno Bravo, a quem confiamos esta produção do TNSJ. O encenador vem levantando espetáculos despojados e ritualizados, que acreditam na potência da palavra para gerar imagens, movimento, surpresa. Em Um Sonho , temos não uma, mas vinte, cinquenta peças cosidas umas às outras por Strindberg, como nós mesmos fazemos de manhã, com os nossos sonhos rasgados. Quem sonha? E quem é sonhado? O teatro é o lugar onde nos juntamos para sonhar em comunidade.
Créditos
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