de Gurshad Shaheman a partir da _Oresteia_, de Ésquilo encenação Catherine Marnas, Nuno Cardoso tradução Regina Guimarães cenografia F. Ribeiro figurinos Emmanuelle Thomas desenho de luz Cárin Geada música Esteban Fernandez assistência de encenação Janaína Suaudeau interpretação Bénédicte Simon, Carlos Malvarez, Félix Lefebvre, Garance Degos, Gustavo Rebelo, Inês Dias, Léo Namur, Mickaël Pelissier, Telma Cardoso, Teresa Coutinho, Tomé Quirino, Zoé Briau coprodução Théâtre national de Bordeaux en Aquitaine, Teatro Nacional São João estreia 4 Out 2022 Théâtre national de Bordeaux en Aquitaine (França) Evento organizado no âmbito da Temporada Portugal-França 2022 Conversa com o Rui | 30 out

20 Out — 06 Nov
Teatro São João
Para que os Ventos se Levantem: Uma Oresteia
de Gurshad Shaheman
a partir da Oresteia, de Ésquilo
encenação Catherine Marnas, Nuno Cardoso
Théâtre national de Bordeaux en Aquitaine, Teatro Nacional São João
Legendagem
em portuguêsSinopse do evento
Para que os Ventos se Levantem: Uma Oresteia acrescenta um capítulo ao processo de internacionalização em curso do Teatro Nacional São João. A KastroKriola e a Ensaio Sobre a Cegueira – parcerias com o Ministério da Cultura de Cabo Verde e com o Teatre Nacional de Catalunya – segue-se uma Oresteia reescrita por Gurshad Shaheman, que levantamos com o Théâtre national de Bordeaux en Aquitaine. A trilogia de Ésquilo canta tudo o que é essencial: a dor, a morte, a vingança, a loucura, a justiça. O dramaturgo franco-iraniano mantém as personagens e a estrutura narrativa, mas opera metamorfoses, desvios, atualizações. Troia é aqui o nome de guerra de todo o Médio Oriente, terra ainda e sempre devastada; Agamémnon e Orestes são emblemas do imperialismo e do populismo emergentes; os coros, constituídos por feministas e ecologistas, resistem à barbárie. Catherine Marnas e Nuno Cardoso, diretores artísticos das duas instituições, trabalham com um elenco de jovens atores franceses e portugueses. Um exercício bilingue de “formação em ato”, um espetáculo que interroga (e vivifica) os alicerces do ideário democrático.
Créditos
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