Teatro Carlos Alberto

Rei √Čdipo

a partir da tragédia de Sófocles
criação, direção e cenografia SillySeason (Cátia Tomé, Ivo Saraiva e Silva, Ricardo Teixeira)

Rei √Čdipo

Descrição

Rei √Čdipo, dos SillySeason, parte do ‚Äúc√Ęnone ocidental‚ÄĚ do mito edipiano de S√≥focles para a contemporaneidade. Reinterpreta e reescreve o tempo presente, atrav√©s da explora√ß√£o de v√°rios est√°gios de reconhecimento e do pathos √©tico que o acompanha. Segundo Harold Bloom, √Čdipo ter√° um complexo de Hamlet, patologia que o leva a ‚Äúpensar n√£o demasiado, mas demasiado bem‚ÄĚ. Hoje, pensar demasiado bem ou racionalmente constitui-se como tarefa imposs√≠vel, em face quer da distopia reinante, quer da falta de ferramentas que filtrem a informa√ß√£o recebida. Em Rei √Čdipo, o mito surge ‚Äď enquanto s√≠mbolo do julgamento imposs√≠vel ‚Äď, imerso em ret√≥ricas distorcidas, futurologia, demagogia e misticismo, sem possibilidade de reconhecimento da verdade dos factos.

Créditos

a partir da tragédia de Sófocles

criação, direção e cenografia SillySeason (Cátia Tomé, Ivo Saraiva e Silva, Ricardo Teixeira)

figurinos e adere√ßos SillySeason, In√™s Ariana m√ļsica Ricardo Rem√©dio desenho de luz Paulo Santos apoio ao movimento Rodrigo Teixeira

produção executiva Inês Pinto

interpretação Cátia Tomé, Ivo Saraiva e Silva, Mónica Calle, Rafael Carvalho, Ricardo Teixeira, Vítor Silva Costa

coprodução SillySeason, Centro Cultural de Belém, Theatro Circo, Teatro Municipal da Guarda, Teatro Diogo Bernardes, Teatro Nacional São João

apoio Companhia Olga Roriz, Cão Solteiro . Residências 120, Teatro do Eléctrico, Rua das Gaivotas 6