texto e encenação Tiago Rodrigues cenografia F. Ribeiro figurinos José António Tenente desenho de luz Nuno Meira sonoplastia, desenho de som e música original Pedro Costa coralidade e arranjos de voz João Henriques voz _off_ Cláudio Castro, Nadezhda Bocharova, Paula Mora, Pedro Moldão apoio ao movimento Sofia Dias, Vítor Roriz apoio em luta e armas David Chan Cordeiro assistência de encenação Margarida Bak Gordon colaboração artística Magda Bizarro produção executiva Rita Forjaz, Pedro Pestana interpretação António Fonseca, Beatriz Maia, Carolina Passos Sousa, Isabel Abreu, Marco Mendonça, Pedro Gil, Romeu Costa, Rui M. Silva produção Teatro Nacional D. Maria II coprodução Wiener Festwochen, Emilia Romagna Teatro Fondazione, ThéâtredelaCité – CDN Toulouse Occitanie & Théâtre Garonne Scène Européenne Toulouse, Festival d’Automne à Paris & Théâtre des Bouffes du Nord, Teatro di Roma – Teatro Nazionale, Comédie de Caen, Théâtre de Liège, Maison de la Culture d’Amiens, BIT Teatergarasjen, Le Trident – Scène Nationale de Cherbourg-en-Cotentin, Teatre Lliure, Centro Cultural Vila Flor, O Espaço do Tempo estreia 18 Set 2020 Centro Cultural Vila Flor (Guimarães) Evento organizado no âmbito da Temporada Portugal-França 2022

25 Jun — 03 Jul
Teatro São João
Catarina e a Beleza de Matar Fascistas
texto e encenação Tiago Rodrigues
Teatro Nacional D. Maria II
Sinopse do evento
Lamentamos informar que, por motivo de isolamento profilático de um elemento do elenco, vimo-nos forçados a cancelar as récitas dos dias 25 e 26 de junho do espetáculo Catarina e a Beleza de Matar Fascistas . Os espectadores que tiverem adquirido bilhetes serão contactados ou poderão entrar em contacto com os serviços de bilheteira do São João, através do número 22 340 19 10 ou do e-mail bilheteira@tnsj.pt, para garantir a troca ou o reembolso dos ingressos.
O nosso tempo mudou e é talvez tempo de o teatro usar os seus artifícios para nos transportar a um tempo futuro que melhor nos fale do tempo presente. Foi este olhar alegórico que Tiago Rodrigues tomou como premissa da sua peça Catarina e a Beleza de Matar Fascistas . Uma família reúne-se numa casa perto da aldeia de Baleizão para cumprir uma tradição anual: raptar e matar fascistas. É a vez de Catarina, um dos seus mais jovens elementos. É um dia de festa, beleza e morte. Mas Catarina é incapaz de matar e o conflito instala-se, enquanto o fantasma de uma outra Catarina, Eufémia de apelido, assoma. O que é um fascista? Há lugar para a violência na luta por um mundo melhor? Podemos violar as regras da democracia para melhor a defender? Como um poema distópico, o espetáculo afasta-se da realidade para melhor nos aproximar dela, ensaiando uma negociação poética com a cultura popular. O teatro é assim uma forma coletiva de projeção no futuro que nos cabe construir.
Créditos
Informação adicional
dur. aprox. 2:30
M/16 anos
TOPO